Hoje, dia 1º de Abril de 2020 e estamos passando por um momento marcante e histórica que mais parece uma mentira, mas infelizmente é uma realidade.

COVID-19 É o nome do bandido da história!

Um vírus com sintomas parecidos com uma pneumonia, que começou na China e se espalhou pelo mundo devido à facilidade da transmissão, que se assemelha à gripe.

Sendo bem sucinto, ele é mortal para pessoas idosas ou com problemas respiratórios (há vários sites com estas informações mais detalhadas).

O que gerou tantas mortes em países da Europa (Itália foi a mais afetada) até agora e vai gerar daqui à alguns dias (pois ainda não chegamos no pico da projeção da Pandemia no Brasil), foi o fato do colapso no setor de saúde por não darem suporte à quantidade de infectados, pois a velocidade com que se espalha é exponencial e se não forem tomadas as devidas precauções, não há tempo hábil de preparação nos hospitais para suportar a quantidade gigantesca de pessoas que precisa de respirador artificial.

Felizmente estamos tomando as medidas preventivas como isolamento, o que deverá amenizar a onda de infectados no período de pico, ficando abaixo do limite de recurso hospitalar, mas há uma grande pressão por parte do mercado, pois quanto mais tempo as pessoas ficarem em casa, pior ficará a situação financeira de pequenas e médias empresas, além de aproximadamente 40 mil autônomos registrados (segundo pronunciamento do governo nas mídias), que não possuem caixa para se manter por um longo período.

No setor de TI, que é a minha área, muitos sofrerão, pois as empresas pequenas que prestam serviço de manutenção e suporte, apesar de possuírem contratos com pagamentos mensais, prestam serviços para outras pequenas empresas que sofrerão o impacto na queda das vendas e prestação de serviços, e por conseguinte, terão atrasos ou cancelamentos de contrato.

Como os serviços essenciais declarados pelo governo são locais que dependem de infraestrutura e tecnologia, o ministério de ciências e tecnologia emitiu uma Nota complementar a lei 13.979, acrescentando estes serviços de tecnologia da informação como essencial também, o que nos dá mais flexibilidade de atuação.

Olhando por um outro aspecto, mais para o futuro, este foi um grande avanço para nós, pois assim, todos podem assumir que a TI não é mais apenas uma despesa, mas é essencial na estratégia de negócio.

Como toda crise, vem o aprendizado e nesta são será diferente.

Projetos que eram apresentados aos clientes como meios de otimizar as entregas de serviços, como “home office” ou aplicações online, mas que estavam apenas no papel ou para serem vistos no futuro… Novos setores surgirão, novas profissões na área de segurança, etc.

O futuro é agora!